Sabe que pode receber até 600€ se o seu voo sofrer atrasos, for cancelado ou sofrer de overbooking?

Se não sabe o que fazer em caso de cancelamento ou atraso de voo, overbooking ou mesmo perda de bagagem, este artigo é para si.

Certamente já lhe aconteceu embarcar num voo uma ou duas horas depois do previsto, ver a sua viagem cancelada ou até mesmo não haver lugar para todos no avião – não abordando sequer o tema da perda de bagagem. A verdade é que, segundo a lei, na União Europeia os direitos dos passageiros aéreos estão assegurados por um regulamento comum a todos os Estados-membros, bem como aos restantes países que integram o Espaço Económico Europeu (EEE) e a Suíça – isto é válido em todos os voos que partam de um aeroporto comunitário, bem como aos voos vindos de fora do EEE com destino a um aeroporto do EEE, desde que a transportadora seja europeia. Se ainda não está 100% ciente dos seus direitos enquanto passageiro aéreo, a Globalis, agência de viagens e eventos corporativos, oferece-lhe alguns esclarecimentos.

Overbooking

Quando existem mais passageiros do que lugares, ocorre aquilo que é denominado pelas companhias aéreas por overbooking. Nestes casos, as companhias aéreas são obrigadas a procurar voluntários que cedam as suas reservas a troco de benefícios e, durante o período de espera, devem a disponibilizar-lhes toda a assistência, como alimentação, bebidas, alojamento se necessário e, além de tudo isso, a opção entre o reembolso total e o reencaminhamento por outro voo para o destino.

Caso se veja nessa situação, saiba que tem ainda direito a uma indemnização entre 250€ e 600€, dependendo das características do voo. Estes valores podem ser reduzidos a metade caso chegue ao destino previsto apenas algumas horas depois do previsto.

Cancelamento do voo

Em caso de cancelamento do voo, terá direito a uma indemnização idêntica àquela que é oferecida nas situações de overbooking, a não ser que seja informado do cancelamento pelo menos 14 dias antes do voo. Caso seja avisado entre 7 e 14 dias antes, deve-lhe ser oferecida uma viagem que permita partir até 2 horas antes da hora prevista e chegar até 4 horas depois da hora programada; se apenas o avisarem com menos de 7 dias de antecedência, deve ser disponibilizada uma viagem que permita partir até uma hora antes da hora prevista e chegar ao destino até duas horas depois do previsto.

Além disso, a companhia aérea está obrigada a oferecer uma opção entre o reembolso do bilhete no prazo de 7 dias e o regresso ao ponto de partida, ou o reencaminhamento para o destino final com condições semelhantes, à primeira oportunidade possível – todas as assistências anteriormente abordadas devem, obviamente, ser também garantidas.

Voos com atraso

Neste caso os seus direitos irão variar consoante o tempo de atraso e também pela distância da viagem. Tem direito a receber assistência por parte da companhia aérea, que inclui chamadas telefónicas ou mensagens por correio eletrónico, bebidas, refeição, alojamento ou transporte para o local de alojamento, desde que exista um atraso de no mínimo 2 horas para viagens até 1500 quilómetros, 3 horas para viagens entre 1500 a 3500 quilómetros – dependendo se envolvem um não um aeroporto dentro do EEE – e 4 horas para viagens superiores a 3500 quilómetros que envolvam um aeroporto fora do EEE.

Além disso, se o voo se atrasar pelo menos 5 horas, e não quiser fazer a viagem, tem ainda direito ao reembolso do bilhete e à garantia de transporte de regresso para o local da partida original. Em alternativa, pode seguir para o destino assim que possível ou noutra data que lhe seja conveniente.

Se chegar ao destino final com um atraso de 3 horas ou mais, tem direito a uma indemnização entre os 250€ e 600€, excepto se a companhia aérea conseguir provar que o atraso foi causado por circunstância extraordinárias.

Perda de Bagagem

Se a sua bagagem for perdida, danificada ou chegar com atraso, terá direito a uma indemnização de cerca de 1300€. Caso transportasse artigos de valor, pode obter uma compensação superior desde que os tenha declarado à companhia aérea até ao momento do registo da bagagem, através do formulário próprio e do pagamento de uma taxa. Tenha atenção, pois a companhia aérea não tem de indemnizar no caso de os danos se deverem a um defeito da própria bagagem. Existem prazos diferentes para cada queixa: a bagagem danificada deve ser declarada no prazo de 7 dias e a bagagem atrasada num máximo de 21 dias.

A verdade é que nem sempre as companhias aéreas são responsáveis pelos atrasos ou cancelamentos dos voos. Assim, os passageiros não têm direito a compensações se as situações forem provocadas por “circunstâncias extraordinárias”, consideradas por lei como situações de mau tempo, riscos de segurança, agitação política e greve. Assim, e embora não tenham direito a indemnizações, têm sim direitos quanto à assistência assegurada pela companhia aérea como alojamento, comida, bebida ou chamadas telefónicas ou reembolso do valor da reserva.

Prepare as suas viagens de 2020 em segurança: Globalis alerta para os esquemas mais comuns

Quando viajamos para um país estrangeiro devemos estar com a atenção redobrada para possíveis esquemas e fraudes que, podem estragar aquela experiência por que tanto ansiávamos. Descubra aqui quais os esquemas mais comuns e que cuidados deve ter.

Em viagens, sejam elas corporativas ou de lazer, deve manter-se sempre alerta para tudo o que se passa ao seu redor – ainda que possa ficar apenas 24 ou 48 horas no seu destino, por vezes bastam 10 minutos para ser enganado. A verdade é que, para os locais, os turistas destacam-se e por isso podem facilmente tornar-se em alvos para vários esquemas e fraudes. A Globalis, agência de viagens e eventos corporativos, mostra-lhe 4 dos esquemas mais comuns e como deve proceder para se proteger.

Hotéis lotados ou fechados

Este esquema é bastante comum enquanto viaja de táxi. Ocorre, normalmente, no percurso entre o aeroporto e o hotel e é bastante simples: quando informa o motorista do hotel para onde pretende ir, este informa que o mesmo se encontra fechado ou com excesso de reservas e propõe levá-lo para outro. Este novo hotel será obviamente mais caro e o taxista recebe comissão por cada hóspede que leva. Este esquema pode também ser utilizado a nível das atrações, em que o turista é dirigido a uma outra onde é pressionado a comprar algo ou a pagar entradas mais caras.

Como agir: negar a oferta e manter a rota inicial, ou trocar de táxi caso se sinta mais confortável.

Polícias falsos

Mais popular nas grandes cidades, nesta fraude uma pessoa aproxima-se de um turista e oferece itens ilícitos, como drogas. Enquanto conversam, uma ou duas outras pessoas aproximam-se também, aparentando ser polícias, e o primeiro foge. Os supostos polícias ficam então a falar com o turista e insistem em revistá-lo e ver o seu passaporte e a carteira, com a desculpa de que querem verificar se comprou algo. Desta forma, além de perder o dinheiro, fica também sem quaisquer documentos para poder regressar.

Como agir: pedir ao suposto polícia que o acompanhe a uma esquadra e lá sim, clarificar a situação. Um polícia verdadeiro não negará esse pedido.

Local amigável no multibanco

Sabe aquelas caixas ATM que estão por todas as cidades? Nesta situação, um local aproxima-se de um turista que esteja a usar a caixa, com a desculpa de que o pode ajudar a evitar taxas bancárias e pede-lhe que, para isso, repita todo o processo. O que ele realmente quer fazer é clonar o cartão multibanco com a máquina que tem no bolso e ver como o turista coloca o PIN, para que possa regressar e drenar a conta mais tarde.

Como agir: não aceitar a ajuda, retirar o cartão e dirigir-se a uma outra caixa ATM.

Oferta de fotografia de grupo

Quando se viaja em grupo é natural que se queira ter uma fotografia com todos reunidos em frente ao monumento que foram ver, por exemplo. Mas, se estiver num ponto turístico movimentado, estranhe se um local chegar perto do seu grupo e se oferecer para vos tirar uma fotografia com a vossa câmara fotográfica ou smartphone. Pode ser apenas alguém com boas intenções, porém existe a possibilidade de este fugir com o equipamento enquanto o grupo prepara a pose. Está disposto a arriscar? Como agir: agradeça de forma simpática, mas recuse a oferta. Opte por utilizar um selfie stick, por exemplo.

Globalis traz-lhe 4 dicas de segurança para as suas viagens de negócios

A segurança é um dos pontos fulcrais para garantir que a viagem corre bem, e viajar em negócios não lhe traz necessariamente mais segurança do que fazê-lo em lazer. Para tornar as suas viagens em negócios ainda mais cómodas, damos-lhe dicas essenciais desde evitar os típicos esquemas que enganam os viajantes até à necessidade de acionar um seguro médico.

A segurança em viagem é um dos temas essenciais para que chegue ao final da mesma e considere que correu tudo bem. Isto pode-se revelar fulcral para viagens de lazer, mas a verdade é que também podem existir muitos imprevistos em viagens de negócios – mesmo que estas durem poucos dias. Tendo isto em mente, a Globalis, agência de viagens e eventos corporativos, traz-lhe alguns cuidados de segurança que deve ter de forma a tentar minimizar os riscos.

1. Esteja a par dos esquemas de viagens mais comuns

Se vai viajar para um país desconhecido, informe-se com a sua agência de viagens sobre quais são os esquemas mais comuns para enganar os turistas. Mesmo que apenas tenha de ir do aeroporto para uma reunião e daqui para o hotel, e por isso pense estar livre de qualquer esquema, pode estar enganado. Sabia que em alguns países os taxistas fingem ter os taxímetros avariados para poderem cobrar taxas mais altas aos turistas? Ou que há pessoas na rua a “oferecer” pulseiras da amizade ou flores e que apenas depois de o turista aceitar exigem dinheiro pelas mesmas? Previna-se para evitar cair em situações desagradáveis.

2. Tenha sempre consigo os contactos de emergência

Antes do embarque a sua agência irá preparar-lhe um “dossier” com tudo o que precisa de saber sobre o seu destino, roteiro e marcações, incluindo os contactos de emergência – do hotel, polícia, hospitais, tudo! Porque o seguro morreu de velho, tenha uma cópia impressa dessa informação sempre à mão – seja dentro da mala do computador ou do bolso do casaco, por exemplo –, mas guarde também sempre uma versão digital desses dados no seu smartphone. Desta forma, pode sempre consultar da forma mais cómoda qualquer indicação de que precise obter.

3. Mantenha os itens mais valiosos no hotel

É verdade que existem vários relatos de roubos em hotéis, mas este continua a ser o sítio mais seguro para deixar os seus bens mais valiosos. E quando falamos em bens valiosos, não quer necessariamente dizer os mais caros: se está num país estrangeiro, opte por deixar documentos como o cartão de cidadão ou o passaporte no cofre do quarto. Ninguém espera que aconteça, mas se lhe roubarem a carteira (ou se a perder) não fica impossibilitado de voltar para o seu país sem ter primeiro de visitar a embaixada ou posto diplomático e tratar de toda a burocracia e stress que envolve o processo de comunicação de perda de documento de identificação no estrangeiro e emissão de guia para poder sair.

4. Ative um seguro de viagens Dependo do âmbito e da duração da sua viagem, a sua agência poderá propor-lhe várias opções de seguros de viagem, todos feitos à medida, e alguns mais completos que outros – cabe-lhe a si perceber qual é o mais proveitoso, avaliando também o custo/benefício e aconselhando-se com a agência.

Globalis aposta na presença digital

A Globalis, agência de viagens e eventos corporativos, lança um novo site.

O novo site disponibiliza informação sobre a oferta de serviços e dispõe também de um blog onde a Globalis dá a conhecer boas práticas nas viagens, informações da empresa e artigos de content marketing. O site é responsive, o que quer dizer que se adapta automaticamente a ecrãs de tablets ou smartphones.

Segundo Fátima Silva, CEO da Globalis “a reformulação gráfica e a implementação de um novo site era um objetivo para 2019, uma vez que nos permite estar mais próximos do mercado global, comunicar com os nossos clientes e restante publico e contribuir para a melhoria da experiência que é viajar”.

A Globalis é uma Travel Management Company (TMC) especializada em viagens e eventos corporativos com mais de 15 anos de experiência no mercado global de viagens e eventos corporativos, presente em Portugal, Brasil, Angola e Moçambique desde 2015.

É membro ativo da TSI (Travel Solutions Internacional), marcando presença em mais de 30 países, bem como acionista da GO4TRAVEL, o maior grupo de Agências de Viagens e Turismo em Portugal, conferindo-lhe condições económicas e financeiras incontornáveis e, consequentemente, um alargado e competitivo leque de oferta aos seus clientes. Para ficar a saber mais sobre a empresa, visite www.globalisviagens.pt ou siga-a no Facebook e Linkedin

Globalis traz-lhe dicas para evitar cair em esquemas fraudulentos quando viaja

Quando viajamos damos particular atenção à carteira onde normalmente guardamos o dinheiro e os documentos – mas para que um assalto se concretize, nem sempre é preciso que ela saia das nossas mãos ou que o assaltante esteja à nossa frente

Viajar é sempre bastante positivo, seja a finalidade lazer ou negócios. Conhecer novos países, culturas e gastronomias é uma excelente forma de enriquecimento pessoal. Mas é também uma atividade que envolve uma atenção extra e constante sobre aquilo que nos é mais precioso quando estamos fora do nosso país: os nossos bens e, sobretudo, a nossa identidade não só civil, mas também financeira.

Imagine o seguinte caso. Levantou-se cedo, teve um voo longo, está cansado e o jet lag pode estar a pregar-lhe partidas. Precisa daqueles 30 minutos de tranquilidade depois de fazer o check-in no hotel e de pousar as malas no seu quarto. De repente, o telefone do quarto toca. Atende e do outro alguém diz que fala da receção e que há um problema que é fácil de resolver, mas que requer a sua ajuda. Uma vez que não podem ficar com o cartão de crédito que mostrou ainda há poucos minutos aquando do check-in, pedem-lhe para reconfirmar os números incluindo os três algarismos no verso. Vitima da distração e surpresa que o momento aparentemente inocente cria, acaba por ajudar pensando que é tudo legítimo.

Acontece, porém, que quem está a ligar não trabalha na receção. Trata-se de alguém que simplesmente ligou para o hotel, já tem o discurso preparado, o tom de seriedade treinado q.b. e, azar dos azares, pediu para passar a chamada a um número quarto aleatório que é o seu. Ao atender a chamada está a criar oportunidade, sendo depois levado a morder o isco.

Já terá certamente ouvido falar em phishing, uma prática em que alguém tenta obter dados de natureza sensível através de mensagens de correio eletrónico ilegítimas, habitualmente para colher proveitos financeiros em prejuízo da vítima. Este esquema que acabámos de descrever é também ele phishing, mas telefónico – e é um dos muitos esquemas que pode ser habitualmente utilizado visando quem está hospedado num hotel longe do seu país, da sua língua e dos seus hábitos.

A Globalis, agência de viagens e eventos corporativos, dá-lhe três dicas para evitar cair em situações desagradáveis como esta.

  1. Há um problema na receção? Então resolva-o lá.
    Caso se depare perante algo parecido com a situação descrita, responda que vai resolver o problema presencialmente na receção – ou então nem precisa de o fazer, basta que ligue para a receção logo depois de desligar para confirmar se a questão é real, e então nesse caso desça. Se efetivamente não o for, informe a direção do hotel de que alguém tentou enganá-lo pedindo-lhe dados pessoais ou financeiros fazendo-se passar por um funcionário.
  2. Não forneça quaisquer dados sem razão aparente.
    Se alguém o abordar diretamente solicitando dados sem ter legitimidade aparente, peça que se identifique. Se essa pessoa se recusar, procure logo auxílio junto das autoridades caso tenha essa oportunidade, ou ligue para a polícia através do número direto, que pode obter no hotel ou online. Não domina a língua local? Não hesite em explicar-lhes a sua situação em inglês fornecendo imediatamente a sua localização caso fale por telefone.
  3. Confie no cofre do quarto e na cloud.
    O cofre serve para guardar não só o seu dinheiro, mas também os seus documentos enquanto está no estrangeiro. Pode sair em segurança e, se precisar deles, pode explicar a situação e voltar ao quarto para os apresentar. A cloud é excelente para guardar cópias de segurança dos documentos. Imagine que acaba mesmo por cair no conto do vigário, ou que fica sem cartão por perda ou roubo? Nesse caso, tem cópias à mão e em segurança para resolver tudo logo.

Seja qual for o seu destino, desfrute ao máximo mas mantenha-se sempre atento a quaisquer sinais de alerta, seja consigo ou com os seus. Se viajar em grupo, não hesite em avisar sobre a eventualidade deste tido de situações aparentemente inocentes, mas com consequências incalculáveis. De facto, muitas vezes as repercussões são bem mais extensas do que se imagina, pois além de roubo financeiro há também o risco de roubo de identidade.

Viagens de incentivo: Uma forma de motivar e premiar pela diferença

A Globalis apresenta-lhe as viagens de incentivo, uma forma de se aproximar dos seus colaboradores ou clientes pela diferença, seja motivando ou premiando a dedicação

Viajar em trabalho nem sempre é o mesmo que passear. Muitas vezes o roteiro limita-se ao enfadonho trajeto casa – aeroporto – hotel – conferência/reunião – aeroporto – casa. Talvez se consiga amiúde experimentar a gastronomia local caso se pernoite no destino, isto se o hotel não ficar muito longe do centro da cidade. Quem repete esta rotina sabe bem o quanto vai pesando o acumular de milhas e de cansaço. Por outro lado, quem tem um trabalho sedentário pensa que quem passa a vida a viajar de avião tem um trabalho fantástico, quando afinal isso nem sempre é a realidade.

Felizmente existe uma solução que serve perfeitamente ambos os casos: trata-se das viagens de incentivo, algo que marca colaboradores e clientes pela diferença e que permitem não só motivar mas também premiar o empenho de quem dedica tanto tempo e esforço ao seu negócio. Na viagem de incentivo, o trabalho fica de lado; valoriza-se o fator humano. Mas para que o resultado possa ser atingido, ela deve ser muito bem pensada, organizada e executada.

A Globalis, agência de viagens e eventos corporativos, pode ajudá-lo a atingir esse grau de sucesso. Aconselhamos um programa que cause impacte, que marque pela positiva através da criatividade, e onde os pequenos detalhes possam de facto fazer toda a diferença.

As três sugestões que indicamos de seguida mostram-lhe como é afinal fácil despertar sensações capazes de trazer uma renovada inspiração e uma relação fortalecida com os profissionais que ajudam a construir o sucesso da sua empresa.

  1. Croácia, uma pérola luzente no encanto do Adriático
    Terra de mais de mil ilhas, ilhotas e recifes, conhecida pelos seus vinhos e pela natureza mágica e herança rica em património, a Croácia estende-se ao longo de 1778 quilómetros de costa tendo o Adriático como cenário perfeito para as inúmeras baías e enseadas, onde é impossível não se encontrar a praia dos nossos sonhos – sendo a Cidade Velha de Dubrovnik o postal mais conhecido deste seu lado marítimo. Do litoral para o continente, o rico património cultural da Croácia tem o seu expoente máximo na sua capital Zagreb, sem esquecer outros tantos exemplos de significado cultural e histórico de diferentes períodos numa região tão pequena.
    Com a Globalis, pode oferecer toda esta aventura sensorial, cultural e gastronómica num programa que leva os seus colaboradores e clientes numa viagem de seis dias que tem como destino inicial Dubrovnik e final Zagreb, envolvendo pelo meio um cruzeiro pelas ilhas Elaphiti, uma visita ao Parque Plitvice e muitas experiências culinárias em restaurantes e hotéis de requinte e glamour, misturando o prazer da tradição com o conforto do contemporâneo.
  2. Dubai, terra de tradição onde o luxo e o requinte dominam
    Conhecida como a terra do petróleo e onde o ar condicionado é indispensável, o Dubai tem nos arranha-céus a perder de vista e nos hotéis de luxo dois dos grandes argumentos para cada vez mais turistas escolherem esta zona para passarem férias em grande estilo. Da grande artéria Sheikh Zayed Road à ilha Palm Island naturalmetne em forma de palmeira, e passando pelo o edifício mais alto do mundo com 828 metros e onde se encontra o restaurante mais alto do mundo no piso 122, o At.mosphere, a cidade e o deserto em sua volta formam uma combinação única e uma vista diferente de tudo.
    Com a Globalis, pode oferecer o acesso a este mundo único que, embora baseado num conceito de artificialidade, desperta em grande parte a curiosidade pela forma quase utópica com que tudo parece ter surgido apenas nos últimos 40 anos. Faça os seus clientes e colaboradores embarcarem numa viagem pelas arábias que os levará a visitar locais emblemáticos e tão diferentes desde a Grande Mesquita Sheik Zayed ao Ferrari World, passando pelo único hotel de sete estrelas Burj Al Arabe e ainda uma subida ao Burj Khalifa – sem esquecer um passeio em viaturas 4×4 e Moto 4 pelo deserto.
  3. Dubai, terra de tradição onde o luxo e o requinte dominam
    Cidade cada vez mais cosmopolita mas que preserva os antigos e agitados mercados onde se vende tudo um pouco, Marrakesh é uma antiga cidade imperial situada no zona oeste de Marrocos, representando um importante centro económico que conta com imponentes mesquitas, palácios e jardins. Um dos expoentes máximos é a sua medina, uma movimentada cidade murada medieval que data do Império Berbere, com ruas labirínticas e onde é possível encontrar tecidos, cerâmica e joias tradicionais nos souks. Não menos impomente, o minarete mouro da Mesquita Cutubia do século XII é um símbolo da cidade, sendo visto a longa distância.
    Com a Globalis, pode oferecer uma experiência que combina a vivência cosmopolita em cidade com estadia em hotel tradicional com a novidade do acampamento livre no conforto de uma tenda em pleno deserto de Agafay com vista desimpedida as montanhas do Atlas. Tudo isto sem esquecer a gastronomia marroquina muito peculiar com pratos como Tajine, Couscous, Pastilla e bebidas como o Chá de Menta, nem a vista a locais emblemáticos como o Lago Takakoust.